quinta-feira, março 08, 2012

RUIBARBO EM FLOR

Embora o ruibarbo seja uma planta imponente, a sua flor é muito subtil e surpreendente, talvez por não ser muito comum, nunca pensei vir a ver uma flor de ruibarbo pois tinha como adquirido que floresciam muito raramente, o que torna ainda mais espetacular. São esta coisas que fazem valer a pena ser horticultor.

Uma instalação com luvas

Estou feliz, tranquilo, sem grande stress e sobretudo de bem para com a natureza, gosto de cultivar e cada vez cultivo mais e de modo resiliente quero interagir com o meu meio, gosto de trabalhar a terra e criar os animais a anciedade que antecipa os nascimentos compensa largamente a felicidade e a fofura dos recem chegados, nasceram as cabras os coelhos e os pintos estou esperando a gata que tenho a certeza que me vai surpreender, foi a melhor decisão a de guarda-la cá em casa pois tem-se mostrado muito meiga e gentil e ao contrario da idéia que eu fazia dos gatos esta gata é muito sociavél, os pombos não param de se reproduzir e os patos devem ser para breve.
 Tive esta idéia para fazer uma instalação de luvas horticulas tiramdo partido do colorido das luvas e da sua capacidade de reservatório, poderiamos encontrar um sem fim de simbolismos mas fiz apenas por ser divertido.
Estou de volta e espero contribuir para para a alegria de todos os que me seguem.

quarta-feira, dezembro 07, 2011

Doce de phisalys

Fiquei maravilhado com a phisalys quando fiz o artigo para o jornal O Setubalense, no qual tenho uma rubrica sobre a horta familiar, nas minhas pesquisas fiquei a saber que da phisalys também se faz doce, logo a seguir fiz uma primeira plantação experimental limitada a oito plantas já numa fase avançada de desenvolvimento que no entanto ainda deram bastante e agora já no fim de produção fiz uma limpeza recuperando os frutos maduros com o objectivo de fazer então o tal doce.
 Para começar separei os frutos da phisalys dos envolcros e depois de lavados fiz cozer igual peso de açucar em ponto perola à qual juntei os frutos lavados de modo a cozerem até se formar uma marmelada. Ficou um doce espesso de cor alaranjada brilhante com um sabor caracteristrico e muito perfumado sem qualquer aditivo foi esterelizado e colocado um selo para garantir a man utenção do fecho da embalagem.
Fiquei surpreendido pela frescura do doce, não tenho a certeza que depois da cozedura no açucar os frutos das phisalys guardem os benfeitos medicinais pelas quais este fruto é conhecido se assim fôr é uma boa alternativa para quem não gosta poder consumir esta planta.

terça-feira, dezembro 06, 2011

Receita do toucinho no sal

Mata-mos o nosso porco como manda a tradição, de um só golpe o porco sangrou bem e morreu rapidamente, mas o suficiente para sangrar de modo a que a carne fique bem branquinha, como se pensava antigamente não é no coração que se aponta a faca, pois isso levaria a uma morte rápida de mais e por consequente o porco não evacuaria o sangue de modo eficaz. Todos se entenderam e trabalharam muito bem, toda a operação de limpeza foi rápida.
 O porco ficou pendurado a escorrer para desmanchar no dia seguinte, fize-mos então a cachola tal e qual como nas matanças lá de casa quando eu era miúdo, estava saborozissima, feita num tacho de barro seguindo a receita tradicional.
quando foi a desmancha pose-mos o toucinho no sal, os bocados de toucinho entremeado e do lombo foram bem esfregados no sal e colocados numa caixa que preparamos de avanço além de os bocados não poderem ficar a tocar-se têm que ser bem comprimidos, a tampa terá que ficar a fazer pressão de modo a manter o toucinho comprimido entre o sal e sem ar, de salientar o facto que o sal foi comprado na salina das Pontes, a ultima de muitas que ainda explora o sal que é muito mais natural e saudável.
A matança do porco cá em casa tem como finalidade a alimentação, dispor de carne mais saudável mas obrigatoriamente seguir o máximo de tradições possivél, tanto nos utencílios usados como nos produtos que se retiram do porco em que tudo é aproveitado e nessa tentativa reencontra-mos  sabores que graças à indutrialização mediucre da nossa alimentação quase esquecemos e que vejo muita boa gente a recordar com muita felicidade.

sábado, outubro 29, 2011

Mercado de Alcochete

Fui ao mercado de Alcochete, foi muito gratificante o contacto que tive com as pessoas, senti-me util, e vindi práticamente todas as hortaliças e ervas aromáticas que levei, também vendi doces que tenho muito gosto a fazer. O mercado de Alcochete é mais um mercado em agonia, num cantinho que devia ser um mimo, mas o mercado está quase ao abandono, talvez outros assuntos tenham sido mais importantes para os politicos nos ultimos tempos e tenham esquecido coisas tão importantes para as pessoas como os mercados onde as familias se podem abastecer em produtos frescos e produzidos localmente. Acredito que vai haver mudanças nos proximos tempos já que os consumidores o exigem.
 
Penso que a dita agricultura biológica não tem futuro pelo menos do modo como se apresenta, os certificados são muito dificeis de obter, e finalmente são apresentados produtos com um aspecto primário pelos quais é exigido um preço proibitivo. O que era pedido com a agricultura biológica era que os produtos fossem prduzidos de modo mais sustentávél, mais ecológico e que pudessem ser fonte de rendimento estávél para os agricultores, acredito que no futuro o importante será a relação de confiança que se estabeleçe entre o produtor e o consumidor, dai que o consumidor terá um papel relevante e terá que consumir de um modo mais raçional e responsável, e que a agricultura terá antes a forma da permacultura.   
Foi um bom dia, vou reptir.

quinta-feira, outubro 27, 2011

Pão de ló




Pois como prometido aqui está o meu Pão de ló, fiz uma pesquisa, na net e segui a primeira receita que apareceu, pareceu-me fácil e básico, embora bastante bom assemelha-se a um bolo perfeitamente normal e nada como o pão de ló que costumo ver e que vem ainda com o papel vegetal. se alguém tiver alguma ideia mandem um email para hortafamiliar@sapo.pt. durante o periudo de inverno espero ter mais tempo para fazer mais pesquisas.

Este bolo fez-me lembrar um bolo que é o quatro quartos, que leva ovos o mesmo peso em farinha, igual peso em açúcar e em manteiga, é um bolo popular em França mas mais pesado. o mais chato para mim é de untar a forma, não gosto de ficar com as mãos sujas de manteiga, bato as claras sempre à mão para poupar energia e o grande segredo é ao juntar as claras batidas em castelo ter cuidado em fazer um movimento continuo para desenvolver a formação de bolas que farão crescer a massa bem.




Já comi uma fatia com doce delaranja que tinha feito ontem e aproveitei já que estava na cozinha, para fazer um doce de ruibarbo que ficou delicioso.





domingo, julho 24, 2011

A terra onde nasci

Esta é uma vista geral da casa e do feijão verde que está quase a dar

Aqui podemos ver bem as corgetes e o feijão verde rasteiro, completamente biologico, são sementes que comprei pela feira da agricultura em Santarém este ano.
Os espinafres também são sementes bio, tenho couves, cebolas, beringelas e pimentos tudo cultivado sem quimicos, só com a ação da natureza.

É um prazer cultivar a terra dos meus antepassados, tem um sentimento muito particular poder ainda fazer isto e de certo não serei o ultimo.