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quinta-feira, outubro 27, 2011
Pão de ló
domingo, julho 24, 2011
A terra onde nasci
É um prazer cultivar a terra dos meus antepassados, tem um sentimento muito particular poder ainda fazer isto e de certo não serei o ultimo.
sábado, julho 23, 2011
A INFLUÊNCIA DAS FASES DA LUA NA HORTA FAMILIAR
segunda-feira, julho 04, 2011
O Setubalense

Artigo publicado
O Tomate
As ervas daninhas são realmente daninhas? Infestantes indesejáveis? Será que não fazem falta? Vou só dar alguns exemplos: A Ortiga pode-se comer, porque é rica em minerais, vitamina C, betacaroteno e proteínas, e tem um sabor e textura semelhante à do espinafre e, tal como o espinafre, na Horta catalisa o azoto na terra.
Da Ortiga faz-se o chorume que é uma maceração das plantas num recipiente com água e pode servir para adubar e prevenir doenças produto biológico por excelência. Se colocarmos Ortigas cortadas na cova onde se plantará a seguir os pés de tomates, serve de adubo e protege das doenças.
A Beldroega é uma alface, excelente em sopas e saladas com elevado teor em potássio, magnésio e ferro. O dente de leão rico em ferro e vitamina C, devem ser comidas em saladas as plantas jovens.
As ervas “daninhas” na horta familiar servem de abrigo aos insectos amigos, servem de alimento para os animais domésticos como os coelhos e as galinhas, são medicinais como os funchos e as margaridas, servem de nutrientes para o solo e para fazer composto. Ter infestantes não quer dizer redução da produtividade!
Pelo contrário, se uma horta dá ervas viçosas é porque também dará hortícolas viçosas. Cultivar em linha ajuda a controlar as ervas e muitas plantas acabam por cobrir as infestantes. Temos que repensar o modo como olhamos para a horta familiar, melhorar a biodiversidade vegetal e saber conviver e tirar partido das infestantes, melhora a qualidade da alimentação proveniente da horta familiar e torna-a mais natural e ecológica.
Embora os primeiros tomateiros plantados este ano já produzam, ainda se pode plantar os tomateiros de trepar que vão dar até ao Natal, se devidamente tutorados. Na horta familiar o tomateiro é uma das plantas mais produtivas e que tem a maior diversidade de utilização na cozinha. Sem o tomate não haveria as pizas mas também não existiria a caldeirada tal como ela é.
Mas a utilização do tomate estendesse das saladas ao delicioso doce de tomate que é o meu preferido. Recordo-me da frescura do doce de tomate que a minha mãe fazia quando eu era miúdo. A conserva de tomate conhecida como “calda de tomate” é muito fácil de fazer; basta esterilizar durante quinze minutos os frascos bem fechados com o tomate pelado, limpo das sementes, com um pouco de sal, se possível natural das salinas da nossa região, e um pouco de azeite a cobrir.
O tomateiro é uma planta que necessita basicamente de água e muito sol. É muito fácil de cultivar sem produtos químicos, numa horta familiar orgânica os tomateiros não têm problemas de doenças nem ataques preocupantes. O tamanho não conta; o que interessa é que produzam tomates saborosos que façam as delicias da família.
www.hortafamiliar.com
Email: hortafamiliar@sapo.pt
sábado, julho 02, 2011
Feira agricula do Poçeirão
segunda-feira, junho 27, 2011
Jornal O SETUBALENSE III
In: O Setubalense
Secção: Rubrica
Não estou preparado para deixa de comer carne! Ou qualquer outro produto de origem animal, como ovos, queijo, leite ou mel, que, para mim, como tantos outros produtos de origem animal, são essenciais para uma alimentação equilibrada.
Entre os mais ferrenhos vegetarianos estão os veganos, que se abstêm de consumir qualquer produto alimentar, vestuário ou cosméticos que tenha origem animal.
Talvez que isso aconteça mais por serem activistas dos direitos dos animais, embora também tenham preocupações ecológicas nas escolhas dos produtos que consomem, por exemplo: preferem o linho ao algodão, pois os danos para o meio ambiente para produzir algodão são bastante superiores.
Já é conhecido que se pode ter uma dieta unicamente vegetariana. No entanto, é necessário ter muita cautela e ser-se muito rigoroso. É relativamente complicado abastecer o corpo humano em proteínas só com alimentos de origem vegetal, embora, mais cedo ou mais tarde, tenhamos que desistir da carne.
Para produzir um quilo de carne são necessários oito quilos de vegetais. Por um lado, há o risco das terras aráveis se destinarem ao alimento do gado em detrimento da alimentação humana. Por outro lado, o gado representa uma percentagem muito elevada das emanações de gases de estufa e também o modo, cada vez mais desumano, que tem a produção animal.
Acabaremos por ter que encarar a alimentação vegetariana como uma experiência óbvia e necessária. Nada impede que possamos fazer algumas refeições vegetarianas. Aliás, muitos cozinheiros apresentam receitas inovadoras e podemos já encontrar em muitos restaurantes pratos vegetarianos que nos facultam novas experiências.
A horta familiar também aí tem um papel de relevo; cozinhar os legumes que produzimos, bem frescos, ricos em fibras, vitaminas, minerais e proteínas são uma contribuição saudável e de bem-estar para a nós próprios e toda a família.
O feijão
O feijão divide-se em dois tipos; os de trepar e os rasteiros. Originário da América do Sul, o feijão chegou à Europa com o regresso dos espanhóis e, durante muito tempo, considerado como planta ornamental.
Só no século XX se generalizou o seu consumo. O feijão é rico em amido, vitaminas e proteínas, sendo a seguir à soja, junto com as outras leguminosas (favas e ervilhas), os legumes mais ricos em proteínas, muito importantes na alimentação vegetariana.
Os feijões podem-se consumir em vagens verdes, os feijões já criados, chamados de feijão fresco e em seco, para conservar em verde é recomendada a congelação depois de escaldado, ou em conserva, depois de enfrascado devidamente esterilizado.
Email: hortafamiliar@sapo.pt
Por: Cláudio Gonçalves
Me
- claudio
- Agricultor permacultor, Artista, apaixonado por tudo o que me rodeia, gosto da minha terra e do meu país
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